Manhattan Declaration Summary
Resumo da Declaração de Manhattan
The official text of the Manhattan Declaration is the copyrighted English version which can be downloaded at the Manhattan Declaration website.
O texto oficial da Declaração de Manhattan é a versão norte-americana encontrada no site www.manhattandeclaration.org.
Cristãos, quando vivem de acordo com os ideais mais elevados da sua fé, defendem os vulneráveis e fracos e trabalham sem cessar para proteger e fortalecer instituições vitais da sociedade civil, começando com a família. Nós, os Ortodoxos, Católicos e Evangélicos, nos unimos nesta hora para re-afirmar verdades fundamentais sobre justiça e o bem comum e para clamar aos nossos compatriotas, tanto crentes como não-crentes a ajudá-nos a defender estes valores. Estas verdades são (1) a natureza sagrada da vida humana, (2) a dignidade do casamente como uma união conjugal entre marido e esposa e (3) os direitos de liberdade de consciência e religião. À medida em que estas verdades podem ser consideradas essenciais à dignidade humana e ao bem-estar da sociedade, são invioláveis e não-negociáveis. Estão, porém, cada vez mais sob forte ataque de poderosas influencias internas e externas em nossa cultura e assim somos compelidos a falar ousadamente em sua defesa e nos comprometer a honrá-los inteiramente independente da pressão trazida contra nós e contra nossa instituições para abandoná-las ou comprometé-las. Fazemos este compromisso não-partidário, como seguidores de Jesus Cristo, o Senhor crucificado e ressurreto, que é o Caminho, a Verdade e a Vida.
A Vida Humana
As vidas daqueles que ainda não nasceram, dos debilitados e dos idosos são cada vez mais ameaçadas. Enquanto a opinião pública se movimenta numa direção pró-vida, forças poderosas e determinadas trabalham para expandir o aborto, pesquisas destruidoras de embriões, suícidio assistido e eutanásia. Apesar de que a proteção do fraco e vulnerável é a primeira obrigação do governo, muitas vezes este poder contribui à causa que o Papa João Paulo II chamou de “cultura da morte”. Nós nos comprometemos a trabalhar sem cessar para a proteção de cada ser humano inocente em todas as fases do desenvolvimento e em todas as condições. Nos recusamos a permitir que nós ou nossas instituições sejam implicadas em tomar vidas humanas e apoiaremos de toda possível maneira aqueles que tomam com consciência a mesma decisão.
Casamento
A instituição do casamento, já afligida pela promiscuidade, infidelidade e divórcio, enfrenta o risco de ser redefinida e subvertida. Casamento é a originial e mais importante instituição para manter saúde, educação e o bem-estar de todos. Quando o casamento enfraquece, patologias sociais surgem. O impulso de re-definir casamento é um sintoma, ao inves de ser uma causa, da erosão de uma cultura casamentária. Reflete uma perda de entendimento do significando de casamento tanto como embutido nas nossas leis civis como também nas nossas tradições religiosas. É crítico que o impulso seja resistido pois, permití-lo seria abandonar a possibilidade de restaurar um entendimento sadio de casamento e junto com ele a esperança de re-edificar uma cultura saudável casamentária. Trancaria no lugar as falsas e destruitivas crenças sobre casamento que o levem a ser considerado apenas resultado de romance e a satisfação de desejos adultos em vez de ser intrinsicamente baseado no caráter único e valor de atos relacionais cuja importância é estruturada sobre a aptidão de gerar, promover e proteger a vida. Casamento não é uma “construção social” mas sim uma realidade objetiva – a junção de marido e esposa numa união comprometida – que a lei deveria reconhecer, honrar e proteger.
Liberdade de Religião
Liberdade de religião e direitos de consciência enfrentam graves riscos. A ameaça a estes princípios fundamentais é evidente nos esforços para enfraquecer ou eliminar proteções conscientes de instituições e profissionais de saúde e em estatutos antidiscriminatórios que são usados como armas para forçar instituições religiosas, ONGs, empresas e caridades a aceitar (ou até facilitar) atividades e relacionamentos que julgam serem imorais ou perderem seus direitos. Ataques contra liberdade religiosa são ameaças graves não só contra indivíduos mas contra instituições da sociedade civil incluindo famílias, caridades e comunidades religiosas. A saúde e o bem-estar de tais instituições providenciam uma proteção indispensável contra um poder exagerado do governo e são essencias ao florescimento de quaisquer outras instituições – incluindo o próprio governo – do qual a sociedade depende.
Leis Injustas
Como Cristãos, acreditamos na lei e respeitamos a autoridade de governadores terrestres. Consideramos como um privilégio especial o direito de viver numa sociedade democrata onde as proclamações morais da lei são ainda mais fortes por virtude do direito de todos os cidadãos a participarem do processo político. Porém, mesmo em regimes democraticos, leis podem ser injustas. Desde o começo, nossa fé nos ensina que a desobediência civil é requerida na face de leis gravemente injustas ou que pretendem requerir que façamos aquilo que é injusto ou de outras maneiras imoral. Este tipo de lei falta com o poder de amarrar a nossa consciência porque não pode proclamar nenhuma autoridade além do simples exercício do desejo humano.
Assim sendo, que seja conhecido que não atuaremos de acordo com nenhum comando que nos compele ou compele às nossas instituições a participar ou facilitar abortos, pesquisas destruidoras de embriões, suicidio assistido, eutanásia ou qualquer outro ato que viole o princípio da dignidade profunda, inerente e igual de todo membro da família humana.
Além do mais, que seja conhecido que não agiremos de acordo com nenhuma força que abençoa parcerias sexuais imorais, lhes tratando como casamento ou seu equivalente, ou deixam de proclamar a verdade, como a conhecemos, sobre moralidade, casamento e família.
Além do mais, que seja conhecido que não seremos intimidados a nos silenciar ou aquiescer ou violar nossas consciências por nenhum poder na terra, seja cultural ou político, independente das consequências a nós mesmos. Renderemos completamente e sem restrições a César aquilo que é de César. Mas em nenhuma circunstância renderemos a César aquilo que é de Deus.
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